quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Eu nunca vou entender o que você quer, o que você gosta, o que você espera que eu faça. Eu nunca vou saber se é pra falar, se é para concordar, se é pra negar, se é pra te contradizer. Eu nunca vou entender suas intenções sobre nós dois. Eu nunca vou te entender. E isso talvez deve-se ao fato de você ser tão igual à mim.
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Quem sou eu
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- Taubaté, São Paulo
- Quero continuar a viver depois da minha morte. E por isso estou tão grata a Deus que me deu a possibilidade de desenvolver o meu espírito e de poder escrever para exprimir o que em mim vive. Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma vez coisa de importância? Virei a ser jornalista ou escritora? Espero que sim, espero-o de todo o meu coração! Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias. Pág. 129 - O Diário de Anne Frank
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