terça-feira, 13 de julho de 2010


Era simples, não tinha muito enfeites e melosidades, mas era do meu jeitinho e eu gostava. Por mais que não chamasse atenção, e nem fosse uma bela história de novela, era minha, e me fazia bem. Eu até não podia ser a princesa dos cabelos lindos e longos, e também não tinha olhos azuis ou verdes, mas eu era eu mesma. Ele não era o mais bonito, e também não tinha um cavalo branco e um castelo, mas ele tinha o sorriso mais lindo do meu mundo. Eu não queria outro, e nem outra história, eu queria essa, é a mais bela, a mais perfeita, é a minha história de amor, o meu conto de fadas! Eu tenho um principe que não é encantado, eu sou uma princesa desencantada, porém eu sou apaixonada... Não tenho tudo, mas tenho o bastante para ser feliz, e é assim que eu gosto.

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Taubaté, São Paulo
Quero continuar a viver depois da minha morte. E por isso estou tão grata a Deus que me deu a possibilidade de desenvolver o meu espírito e de poder escrever para exprimir o que em mim vive. Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma vez coisa de importância? Virei a ser jornalista ou escritora? Espero que sim, espero-o de todo o meu coração! Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias. Pág. 129 - O Diário de Anne Frank

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