segunda-feira, 26 de julho de 2010



Se um dia me encontrar na rua, não precisa mudar de calçada, pense apenas que somos estranhos e esqueça de tudo o que houve entre nós. Não precisa abaixar a cabeça para não me ver, nem olhar fixamente em meus olhos. Saiba que passarei por você sem rancor, procurarei não lembrar dos nossos bons momentos. Acho que o melhor remédio para nós é deixarmos que esse amor se faça contente sem que seja preciso chorar, não devem haver mágoas, muito menos culpa, o destino assim escreveu. Por isso tentarei esquecer que em seus braços vi um amor lindo e maravilhoso, tentarei apagar os momentos marcantes. O amor que eu sentia por ti, infelizmente acabou.

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Taubaté, São Paulo
Quero continuar a viver depois da minha morte. E por isso estou tão grata a Deus que me deu a possibilidade de desenvolver o meu espírito e de poder escrever para exprimir o que em mim vive. Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma vez coisa de importância? Virei a ser jornalista ou escritora? Espero que sim, espero-o de todo o meu coração! Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias. Pág. 129 - O Diário de Anne Frank

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