terça-feira, 13 de julho de 2010


Eu segurei minha lágrima até o último minuto que pude. Deveria ter segurado por menos tempo, chorar foi tão bom quanto decidir o que eu iria fazer dali pra frente. Esquece-lo poderia não ser a escolha mais feliz, mas seria a melhor escolha pra mim. Ele não me faz bem, e o que te faz sofrer deve ser descartado da sua vida, por mais que você demore para perceber isso. Mas, chega um dia que você tem dois caminhos: Ou o esquece e aprende a ser feliz ou o conquista e aprende a ser feliz. Você passou tempos tentando a segunda opção e não deu em nada, então hora de trocar. Chorar pela última vez até sua barriga doer e ficar com soluços, será meu último choro por ele. Tudo bem, talvez não o último, mas tentarei que seja. Como posso ama-lo posso esquece-lo, eu demorei tempo demais para ver que nada que eu fazia por você algum dia teria algum reconhecimento, então basta de tudo isso. Acredite está sendo difícil para mim esse desapego, foram meses, anos te tendo como o meu maior sonho de consumo. Por fim, o soluço já está se calando e a última lágrima escorre agora, com a última lágrima vão 4 palavras: Eu te amo e Adeus.

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Taubaté, São Paulo
Quero continuar a viver depois da minha morte. E por isso estou tão grata a Deus que me deu a possibilidade de desenvolver o meu espírito e de poder escrever para exprimir o que em mim vive. Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma vez coisa de importância? Virei a ser jornalista ou escritora? Espero que sim, espero-o de todo o meu coração! Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias. Pág. 129 - O Diário de Anne Frank

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